Saúde

Dermatologista Pablo Santos fala sobre potó

Ascom   13/02/2012

O dermatologista indica que as pessoas façam uso de mosquiteiros nas camas e berços para evitarem o contato com o potó.

No período chuvoso em muitas regiões aparece o Paederus irritans, mais conhecido como potó, um inseto pequeno mais com um poder de originar pequenas queimaduras na pele das pessoas.

O potó é atraído pela luz, roupas e lençóis brancos e ao entrar em contato com a pele, libera um líquido chamado de cantarizina, este líquido cáustico queima a pele. A pessoa que foi atingida pelo mesmo pode apresentar queimaduras de primeiro grau com vermelhidão local e de segundo grau com vermelhidão e bolhas, sendo que principais sintomas que a pessoa percebe a ser picado são vermelhidão, ardor e bolhas.

Segundo o Dermatologista Dr. Pablo Santos os lugares mais freqüentes que o inseto atinge são o pescoço, as dobras de pernas e braços e região facial próximo ao olho, causando um desconforto através da dor e da estética da pessoa. Para Tratar a queimadura de potó o paciente pode fazer uso de corticoterapia tópica de baixa potência e antibioticoterapia tópica oral. O tratamento pode durar cerca de sete dias, dependendo da extensão, mas se o caso tiver uma maior proporção de área atingida é sempre bom procurar um dermatologista.

O Dr. Pablo Santos indica que as pessoas façam uso de mosquiteiros nas camas e berços e se perceber que o inseto expeliu o liquido, lavar o local imediatamente após o contato, com água e sabonete anti-séptico e evitar exposição ao sol do local atingido, quando é feito isso em cerca de 70°/° dos casos o local não vai ser muito atingido.

 

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